segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

NInguem Nunca morreu por querer demais


Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero uma verdade inventada.
(Clarice lispector)
...

De todos pecados
Provei de todos
Pecado de amar
Pecado de desejo

Ninguém nunca morreu por querer demais
Para mim é apenas uma arte
Arte sem nome

Amor,
satisfação,
Vejo o mundo como uma chuva
Sentimentos que vem e vão
A vida tem lábios de cereja
Pararia carros na rua
Com seu sorriso e curvas vazias
Eu morreria por isso
Choraria por isso
Viver sem limites
È como correr em alta velocidade
Você nunca pretende parar!